Uma visita ao Grand Canyon

Uma visita ao Grand Canyon

Olar, Fabulosos!

Já contei para vocês aqui como foi minha aventura em Las Vegas, e que meu amigo, Polenta, se perdeu da gente e foi parar no Grand Canyon. Naquele dia nem tive tempo de aproveitar para conhecer aquela famosa estrutura da natureza. Mas como gnomo curioso que sou, aproveitei que estava em Vegas, e que meus amigos iriam passar o dia descansando da rotina de cassinos, para ir até lá.

O Grand Canyon é resultado da ação do rio Colorado por centenas de milhares de anos
na areia vermelha do deserto. São 446 km de extensão por 29 km de largura, com penhascos que chegam a atingir 1600 metros de profundidade. Uau!

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Tem várias opções para chegar até o lugar – de helicóptero, de ônibus, de trem e até de avião. Como eu adoro dirigir, aluguei um carro. De Las Vegas até lá são três horas de estrada, ouvindo boa música e parando em cada cantinho interessante para fazer fotos. Supimpa!

Para entrar no Parque Nacional, paguei US$ 25, mas isso porque estava de carro. O preço do ingresso varia, e dá passe de entrada por sete dias. Descobri que tem hotel dentro do parque! Felizmente consegui uma diária para passar a noite. Dei sorte, pois os hotéis e pousadas do parque possuem reservas com mais de um ano de antecedência!

Cheguei no parque pelo acesso sul, que dizem ser a parte mais bonita do lugar por causa da vista dos mirantes. É possível circular entre todos os mirantes livremente. Tem até um serviço de ônibus entre eles. Mas o mirante do acesso sul tem uma vista impressionante!

Dá pra fazer várias coisas no parque: explorar a base em um passeio de mulas, passar uma noite no Phanton Lodge na beira do Rio Colorado, e até tour de helicóptero. Mas o que eu mais queria era passar pela Skywalk – uma passarela de vidro nas bordas do canyon, que dá a impressão de que a gente está voando! Fiquei lá na ponta. Dá um medinho, mas é demais!

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Mas não é só isso. O parque do Grand Canyon possue muitos museus e centros de visitação. Para quem gosta de turismo de aventura, é possível descer as corredeiras do Rio Colorado fazendo rafting. E para quem gosta de história, é possível visitar os povoados indígenas e conhecer sua cultura.

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Lamento ter que admitir isso, mas se não fosse o Polenta, nunca teria visitado o parque. Agora é combinar com a Gnomie e com as crianças para ir lá em uma viagem mais tranquila.